Maria de Lurdes Farinha – Diretora Executiva

Estou a encarar mais um desafio na minha vida profissional e para levar a bom termo as minhas obrigações e responsabilidades quero contar com todas as pessoas que compõem a ADSCS.

Na sociedade atual todo o ser humano necessita de interagir e cooperar com quem o rodeia uma vez que não vive isolado no mundo devido aos seus limites individuais. Quando existem objetivos comuns são criadas organizações com a finalidade de os alcançar mais facilmente. O ser humano depende das organizações para aprender e trabalhar, isto é, para obter todo o tipo de produtos e serviços que são imprescindíveis no seu dia-a-dia. Assim, podemos afirmar que as organizações são unidades sociais construídas para se obterem objetivos específicos que têm em conta cada vez mais o desempenho das pessoas, não as considerando apenas como simples recursos, mas sim com a capacidade de atingir os objetivos gerais da organização.

Gerir pessoas não é simplesmente orientar procedimentos e rotinas, implica o envolvimento de todos os membros da organização, existindo também um compromisso por parte da organização em ensinar, motivar e investir em mecanismos que promovam a criatividade e a inovação, funcionando estes como fatores de diferenciação. O trabalho em equipa pressupõe o aproveitamento das melhores capacidades de cada um e para que tenha consequências positivas é necessário que a equipa seja coesa e trabalhe em conjunto para alcançar objetivos e para os atingir é necessária motivação.

A motivação é a força motriz que nos orienta para alcançar as metas. Hoje em dia, para introduzir maior dose de motivação, é necessário e de grande importância investir nas pessoas, ampliar a responsabilidade, os objetivos e os desafios das tarefas inerentes ao cargo. Trabalhar em equipa pressupõe ter energia para aceitar e conviver com as diferenças de cada um. É necessário encarar isto como algo enriquecedor, não como um problema mas mais como uma oportunidade para o desenvolvimento pessoal.

Sei das dificuldades que me esperam, mas não sou pessoa de cruzar os braços perante as adversidades. Peço somente um voto de confiança a todos e posso garantir que tentarei fazer tudo o que puder e estiver ao meu alcance para defender os interesses da ADSCS e das pessoas que a integram.

O diálogo estará sempre presente em qualquer decisão a ser tomada e todas as opiniões serão ouvidas e se possível adotadas e quando forem vencidas que o sejam unicamente pela razão das palavras.

Maria de Lurdes Farinha

Diretora Executiva

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